A CASA E A RUA: OBJETOS A MEDICALIZAR - DOI 10.5216/bgg.v36i2.42792
DOI:
https://doi.org/10.5216/bgg.v36i2.42792Resumo
Depois de isolados no espaço urbano e medicalizados os equipamentos coletivos, os médicos se ocuparam em fiscalizar e regulamentar as habitações, pois concluíram que a casa, principalmente a casa do pobre, era um dos focos de disseminação de doenças, de epidemias. O olhar voltado para os espaços de circulação e para habitação e a determinação de regras minuciosas em sua construção deviam ser analisados não somente como parte de uma estrutura de poder que autorizava o discurso médico, mas como uma ação voltada também para prevenir a ocorrência de moléstias urbanas e garantir melhores condições de saúde à população. Essacomunicação trata das recomendações de teses e de tratados médicos europeus e brasileiros para garantir a salubridade dos espaços coletivos e privados, e de como estas foram postas em prática em Fortaleza, deixando marcas na paisagem, na arquitetura, nas formas e no traçado urbano.
Palavras chaves: Higiene, disciplina urbana, habitação.
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Publicado
2016-08-30
Edição
Seção
Artigos
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CLÉLIA LUSTOSA COSTA, M. A CASA E A RUA: OBJETOS A MEDICALIZAR - DOI 10.5216/bgg.v36i2.42792. Boletim Goiano de Geografia, v. 36, n. 2, p. 219, 30 ago.2016.









