Performatividade espectral
opressão contra a mulher e reforço do patriarcado na cibercultura
DOI:
https://doi.org/10.5216/ci.v29.84087Palabras clave:
violencia, opresión de género, patriarcado, algoritmo, submundo de la ciberculturaResumen
El ensayo reflexiona sobre estadios distintos de control de la sociedad mediática avanzada (Trivinho, 2007), especialmente en lo que se refiere a la intensificación de la opresión de género y al reforzamiento del patriarcado (Chauí, 1985) en ecosistemas digitales predatorios. Para ello, este trabajo establece algunas relaciones sociofenomenológicas multilaterales entre las dinámicas de poder de los grandes oligopolios de base tecnológica y sus impactos en el actual horizonte de época, a saber, procesos sociomediáticos fundamentalmente caracterizados por la violencia simbólica (Bourdieu, 2004) de la servidumbre algorítmica, camuflados por simulacros (Baudrillard, 1991) que confunden el imaginario social (Castoriadis, 1986). La argumentación apunta a la "performaticidad espectral" como un nuevo modus vivendi de la cibercultura, es decir, el desaparecer de sí (Le Breton, 2013), sustentado por el engranaje —violento e invisible— del capitalismo de vigilancia (Zuboff, 2021).
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- 2026-05-22 (3)
- 2026-05-22 (2)
- 2026-05-08 (1)
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