El Libro Rojo como Objeto Comunicacional:
Cultura Material, Consumo y Narrativas Políticas en la Revolución Cultural China
DOI:
https://doi.org/10.5216/ci.v29.84252Palabras clave:
El Livro Rojo, Cultura Material, Consumo, Revolución Cultural China, Narrativas PolíticasResumen
El presente artículo tiene como objetivo comprender el Libro Rojo, de Mao Tsé-Tung, como objeto central en la construcción y el sostenimiento de las narrativas políticas de la Revolución Cultural China, desde la perspectiva de la Cultura Material y el Consumo. Sabiendo que los objetos conllevan inmaterialidades —como ideologías y mensajes políticos—, se buscó comprender cómo un artículo aparentemente simple fue estratégicamente estructurado para fijar el pensamiento maoísta en la vida cotidiana de la comunidad china. Para ello, se realizaron entrevistas a personas nacidas en China, además de analizar la referencia teórica correspondiente (Leese, 2011; Li, 2003; Pomar, 2003). Se observó que la estructura compacta, el lenguaje accesible y la portabilidad del libro contribuyeron significativamente a su amplia absorción durante la Revolución Cultural. Estos elementos facilitaron las prácticas colectivas de lectura, recitación y copia, y lo convirtieron en un artículo de consumo ritualizado, reforzando la lealtad al movimiento.
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