Das formas de controle e disciplinarização à resistência operária no cotidiano fabril: o trabalho na indústria farmacêutica

Autores/as

  • Sônia Aparecida Lobo UFG

DOI:

https://doi.org/10.5216/sec.v11i2.5292

Palabras clave:

indústria farmacêutica, controle sanitário, resistência

Resumen

A indústria farmacêutica tem passado por importantes transformações tecnológicas e organizacionais desde a década de 1990. Nesse contexto um elemento tem se destacado como específico e fundamental nos processos de trabalho dessa indústria: o controle da produção por meio da regulamentação sanitária. O controle sanitário na indústria farmacêutica passou a integrar as formas de organização e gestão da força de trabalho sendo, em vários aspectos seu elemento estruturante: das rotinas, dos hábitos, da busca da qualidade na produção, do controle e disciplinarização dos trabalhadores e da conquista de sua adesão aos processos produtivos pelo discurso da produção da saúde por meio da qualidade do medicamento. Atua assim, como elemento constitutivo dos processos de trabalho e da geração de valor. Paralelamente, os trabalhadores dessa indústria que se defrontam com as rotinas restritivas inerentes à produção de medicamentos, tecem interpretações e mesclam aceitações e negações diante de exigências de produção e controle esboçando resistências, por vezes sutis, mas cotidianas às mesmas.

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Biografía del autor/a

  • Sônia Aparecida Lobo, UFG
    Doutora em Sociologia e professora da UEG e CEFET-GO

Publicado

2008-12-19

Número

Sección

Dossiê

Cómo citar

LOBO, S. A. Das formas de controle e disciplinarização à resistência operária no cotidiano fabril: o trabalho na indústria farmacêutica. Sociedade e Cultura, v. 11, n. 2, 19 dic.2008.