SOBRE LAZER E POLÍTICAS SOCIAIS: QUESTÕES TEÓRICO-CONCEITUAIS

Autores

  • Flávia da Cruz Santos Universidade Estadual de Campinas
  • Sílvia Cristina Franco Amaral Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.5216/rpp.v13i3.10175

Palavras-chave:

Lazer, Políticas Públicas, Direito Social.

Resumo

Neste ensaio discutimos o tratamento que o lazer vem recebendo do Estado brasileiro e debatemos o motivo de tal tratamento, diferenciando política de Estado e política de governo. O lazer está frequentemente, nas políticas sociais, subordinado a setores como saúde, educação, esporte, segurança e previdência social, e está, em geral, impregnado de proposições compensatórias e funcionalistas, como se não possuísse significados e sentidos nele mesmo. Ou está ausente em políticas que tem como objeto a cultura, de acordo com seus próprios implementadores. O que evidencia formas de conceber o lazer. Demonstra que ele não vem sendo entendido como tendo sentidos e significados nele mesmo, mas apenas como meio de objetos de outras políticas alcançarem seus objetivos. A nossa pergunta é: como conceber uma política de Estado para o lazer? 

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Biografia do Autor

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Publicado

2010-12-21

Edição

Seção

Ensaios

Como Citar

SANTOS, F. DA C.; AMARAL, S. C. F. SOBRE LAZER E POLÍTICAS SOCIAIS: QUESTÕES TEÓRICO-CONCEITUAIS. Pensar a Prática, v. 13, n. 3, 21 dez.2010.