BARREIRAS E FACILITADORES PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA SEGUNDO TEMPO: UM ESTUDO DE CASO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5216/rpp.v16i4.20113

Palavras-chave:

Programa Segundo Tempo, Barreiras, Facilitadores.

Resumo

Investigamos as principais barreiras e facilitadores para a implementação do Programa Segundo Tempo (PST). A pesquisa foi qualitativa e os dados coletados através de entrevistas semiestruturadas. Para o coordenador do PST no município, as principais barreiras relacionam-se com a falta de articulação entre os interesses das partes envolvidas. Já para os coordenadores de núcleo, relacionam-se com a falta de autonomia e apoio para o trabalho. Os principais facilitadores são a oferta de materiais esportivos, carga horária para planejamento e reforço alimentar. Alguns fatores são vistos ora como barreiras e ora como facilitadores: estrutura física para as atividades e armazenamento de materiais e presença de outros programas nas proximidades onde o PST é desenvolvido.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Biografia do Autor

  • Ana Paula Prestes de Souza, Universidade Federal do Paraná
    Graduada em Educação Física e mestranda do Programa de Pós-Graduação em Educação Física da Universidade Federal do Paraná. Link do Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4772096422914535
  • Doralice Lange de Souza, Universidade Federal do Paraná
    Doutora em Educação pela Universidade de Harvard. Professora dos cursos de graduação e pós-graduação em Educação Física da Universidade Federal do Paraná. Link do Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/6334357189847749
  • Suelen Barboza Eiras de Castro, Universidade Federal do Paraná
    Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Educação Física da Universidade Federal do Paraná. Link do Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2635209251017766

Downloads

Publicado

2013-12-20

Edição

Seção

Artigos Originais

Como Citar

SOUZA, A. P. P. DE; SOUZA, D. L. DE; CASTRO, S. B. E. DE. BARREIRAS E FACILITADORES PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA SEGUNDO TEMPO: UM ESTUDO DE CASO. Pensar a Prática, v. 16, n. 4, 20 dez.2013.