O JOGO COMO CONTEÚDO NO CURRÍCULO DE CURSOS EDUCAÇÃO FÍSICA - LICENCIATURA

Autores/as

  • Marluce Raquel Decian Universidade Federal de Pelotas (UFPel)
  • Andressa Aita Ivo Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
  • Elizara Carolina Marin Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

DOI:

https://doi.org/10.5216/rpp.v18i1.31238

Palabras clave:

Educação Física, Currículo, Jogo.

Resumen

Este estudo teve o objetivo de compreender o jogo como conteúdo da Educação Física no Ensino Superior, a partir da análise dos currículos das Universidades Federais do Rio Grande do Sul e da atuação dos docentes responsáveis pelas disciplinas que contemplam tal conteúdo. Para alcançarmos tal propósito, lançamos mão da análise documental e de entrevistas semiestruturadas. Os achados evidenciam que o conteúdo jogo é predominantemente contemplado por uma disciplina obrigatória, ofertada nos primeiros semestres, todavia nem sempre como objeto central. Observamos ainda, o distanciamento entre o que propõe o Projeto Pedagógico de Curso e o que se materializa nos currículos, a sobreposição de determinadas áreas de conhecimento e o direcionamento do conteúdo jogo ao universo infantil.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Biografía del autor/a

  • Marluce Raquel Decian, Universidade Federal de Pelotas (UFPel)
    Mestre em Educação Física pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel); Doutoranda em Educação Física pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel).
  • Andressa Aita Ivo, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
    Doutora em Educação pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel); Bolsista de Pós-Doutorado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
  • Elizara Carolina Marin, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
    Doutora em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)

Publicado

2015-03-31

Número

Sección

Artigos Originais

Cómo citar

DECIAN, M. R.; IVO, A. A.; MARIN, E. C. O JOGO COMO CONTEÚDO NO CURRÍCULO DE CURSOS EDUCAÇÃO FÍSICA - LICENCIATURA. Pensar a Prática, v. 18, n. 1, 31 mar.2015.