Vulnerabilidade da família de crianças com estomia intestinal

Autores

  • Clara Ferraz Lazarini Zacarin
  • Willyane de Andrade Alvarenga Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto
  • Renata Olzon Dionysio de Souza Hospital Escola Municipal de São Carlos
  • Daianne Cibele de Souza Borges Universidade Federal de São Carlos image/svg+xml
  • Giselle Dupas Universidade Federal de São Carlos image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.5216/ree.v16i2.26639

Palavras-chave:

Estomas Cirúrgicos, Criança, Família, Enfermagem Pediátrica

Resumo

Estomas intestinais provocam transformações no corpo e geram necessidades de cuidados específicos e contínuos que implicam em internações hospitalares e cirurgias. Nesse contexto, aplicou-se o conceito de vulnerabilidade da família com objetivo de identificar a vulnerabilidade da família que convive com a criança que apresenta estomia intestinal. Trata-se de estudo qualitativo, em que foram entrevistadas mães de crianças com essa condição crônica. Utilizou-se a análise de narrativa subsidiada pelo conceito de vulnerabilidade de família. Os resultados apontaram que as famílias têm experiências anteriores marcantes associadas à condição dos filhos, vivem sozinhas o cuidado das crianças e buscam maneiras de controlar a situação e resgatar sua autonomia, esperando a reversão do estoma. A partir do conceito de vulnerabilidade, percebeu-se que essas famílias podem ser consideradas vulneráveis, pois passam por ameaça em sua autonomia, mas são movidas pela esperança da reversão e reconstrução do trato intestinal da criança.

doi: 10.5216/ree.v16i2.26639.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Biografia do Autor

  • Clara Ferraz Lazarini Zacarin
    Enfermeira, Mestre em Enfermagem. São Carlos, SP, Brasil. E-mail: clara.lazarini@gmail.com.
  • Willyane de Andrade Alvarenga, Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto
    Enfermeira, Mestre em Enfermagem. Discente do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem em Saúde Pública, nível Doutorado, da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo. São Carlos, SP, Brasil. E-mail: willyalvarenga@hotmail.com.
  • Renata Olzon Dionysio de Souza, Hospital Escola Municipal de São Carlos
    Enfermeira. Enfermeira do Hospital Escola Municipal de São Carlos. São Carlos, SP, Brasil. E-mail: rolzon@gmail.com.
  • Daianne Cibele de Souza Borges, Universidade Federal de São Carlos
    Enfermeira. Discente do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, nível Mestrado, do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). São Carlos, SP, Brasil. E-mail: daiannesouza@yahoo.com.br.
  • Giselle Dupas, Universidade Federal de São Carlos
    Enfermeira, Doutora em Enfermagem. Professora Associada do Departamento de Enfermagem da UFSCar. São Carlos, SP, Brasil. E-mail: gdupas@ufscar.br.

Downloads

Publicado

30/06/2014

Edição

Seção

Artigo Original