Risco para depressão, ansiedade e alcoolismo entre trabalhadores informais

Autores

  • Giovanna Fernandes de Oliveira Universidade Federal da Paraíba, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem
  • Gisele Santana Pereira Carreiro Universidade Federal da Paraíba, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem
  • Maria de Oliveira Ferreira Filha Universidade Federal da Paraíba, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem
  • Rolando Lazarte
  • Rodrigo Pinheiro de Toledo Vianna Universidade Federal da Paraíba, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem

DOI:

https://doi.org/10.5216/ree.v12i2.10354

Palavras-chave:

Risco, Transtornos mentais, Saúde do trabalhador.

Resumo

A OMS aponta que os transtornos mentais menores acometem cerca de 30% dos trabalhadores ocupados e os transtornos mentais graves, 5 a 10%. Esta pesquisa objetivou identificar o risco, o perfil sociodemográfico e os fatores de risco para depressão, ansiedade e alcoolismo entre 86 trabalhadores informais no município de João Pessoa - PB, no período de agosto de 2006 a outubro de 2007. Trata-se de um estudo individuado, observacional, de corte transversal. Os dados foram coletados através dos questionários SRQ-20, CAGE e de um questionário sobre fatores de risco da saúde mental. Para a análise, utilizou-se o software SPSS 15.0. O risco para depressão e ansiedade foi apresentado por 31,4% da amostra, e o risco para alcoolismo, por 24,4%. Os dados sociodemográficos comuns aos riscos estudados foram: predominância da idade de 21 a 40 anos e da renda mensal de um a três salários mínimos. Os fatores de risco sobrecarga de trabalho e tempo insuficiente para lazer foram associados aos riscos para depressão, ansiedade e alcoolismo. Ressalta-se a necessidade de elaboração de ações de saúde mental que minimizem o sofrimento desses trabalhadores, melhorando sua qualidade de vida. A terapia comunitária é indicada como uma ação de prevenção do adoecimento mental.

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Biografia do Autor

  • Giovanna Fernandes de Oliveira, Universidade Federal da Paraíba, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem
    Enfermeira. Mestranda em Enfermagem, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, UFPB. João Pessoa, PB, Brasil.
  • Gisele Santana Pereira Carreiro, Universidade Federal da Paraíba, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem
    Enfermeira. Mestranda em Enfermagem, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, UFPB. João Pessoa, PB, Brasil.
  • Maria de Oliveira Ferreira Filha, Universidade Federal da Paraíba, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem

    Enfermeira, Doutora em Enfermagem. Docente, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, UFPB. Membro do Grupo de Enfermeiras Experts no Ensino de Enfermagem em Saúde Mental das Américas. João Pessoa, PB, Brasil.

  • Rolando Lazarte

    Sociólogo, Doutor em Sociologia. Terapeuta comunitário. João Pessoa, PB, Brasil.

  • Rodrigo Pinheiro de Toledo Vianna, Universidade Federal da Paraíba, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem

    Engenheiro de Alimentos, Doutor em Saúde Coletiva. Docente, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, UFPB. João Pessoa, PB, Brasil.

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Publicado

05/07/2010

Edição

Seção

Artigo Original