Hipotermia em pacientes na recuperação pós-anestésica: análise da intervenção de infusão venosa aquecida

Autores

  • Ana Lúcia de Mattia Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Enfermagem
  • Maria Helena Barbosa Universidade Federal do Triângulo Mineiro image/svg+xml
  • Adelaide de Mattia Rocha Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Enfermagem
  • Nathália Haib Costa Pereira

DOI:

https://doi.org/10.5216/ree.v16i4.24222

Palavras-chave:

Hipotermia, Enfermagem Perioperatória, Sala de Recuperação

Resumo

O objetivo desta pesquisa foi analisar a eficácia da infusão venosa aquecida no controle da hipotermia em pacientes, durante o período de recuperação anestésica. Trata-se de uma pesquisa experimental, comparativa, de campo e com método quantitativo, realizada em um hospital público federal, na cidade de Belo Horizonte. A amostra foi constituída por 44 adultos, divididos em grupos controle e experimental, que apresentaram temperatura corpórea inferior a 36°C ao entrarem na sala de recuperação pós-anestésica. Os resultados demonstraram que não houve diferença significativa entre os grupos ao longo do tempo, a interação tempo e grupo não apresentou significância estatística (p=0,940). A temperatura corpórea aumentou em 1,3°C a cada hora de permanência do paciente, independente do grupo, o que demonstrou que a interação tempo e temperatura corpórea foi significativa (p<0,001). Conclui-se que, para o alcance da normotermia, deve-se manter o paciente com aquecimento passivo por, no mínimo, uma hora na  sala de recuperação pós-anestésica.

doi: 10.5216/ree.v16i4.24222.

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Biografia do Autor

  • Ana Lúcia de Mattia, Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Enfermagem
    Enfermeira, Doutora em Enfermagem. Professora Adjunta da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais (EE/UFMG). Belo Horizonte, MG, Brasil. E-mail: almattia@uol.com.br.
  • Maria Helena Barbosa, Universidade Federal do Triângulo Mineiro
    Enfermeira, Doutora em Enfermagem na Saúde do Adulto. Professora Adjunta da Universidade Federal do Triângulo Mineiro. Uberaba, MG, Brasil. E-mail: mhelena331@hotmail.com.
  • Adelaide de Mattia Rocha, Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Enfermagem
    Enfermeira, Doutora em Enfermagem. Professora Associada da EE/UFMG. Belo Horizonte, MG, Brasil. E-mail: adelaidedemattia@gmail.com.
  • Nathália Haib Costa Pereira
    Enfermeira. Belo Horizonte, MG, Brasil. E-mail: nathaib@hotmail.com.

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Publicado

31/12/2014

Edição

Seção

Artigo Original