A mudança nas práticas em saúde mental e a desinstitucionalização: uma revisão integrativa

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5216/ree.v12i3.8198

Palavras-chave:

Saúde mental, Serviços de saúde mental, Desinstitucionalização.

Resumo

doi: 10.5216/ree.v12i3.8198

A desinstitucionalização foi a principal alternativa para a desconstrução das práticas manicomiais, visando o cuidado em liberdade. Este artigo objetiva apresentar uma revisão integrativa de literatura realizada a fim de identificar e analisar a produção científica do processo de desinstitucionalização no foco da atenção psicossocial, no período de 2004 a junho de 2010. A metodologia utilizada foi uma revisão integrativa de literatura utilizando os descritores: saúde mental, serviços de saúde mental e desinstitucionalização. Foi realizada a busca nas bases de dados SciELO, LILACS e PubMed. Foram encontradas dez publicações que atenderam aos critérios de inclusão, nove escritas em português e uma em inglês, sendo todos artigos publicados em periódicos. Através da leitura na íntegra dos artigos desta revisão, por similaridade de conteúdos, agruparam-se estes em duas temáticas, a saber: O histórico da reforma psiquiátrica no processo de desinstitucionalização e As práticas do cuidado em saúde mental no âmbito psicossocial. Durante a análise dos artigos, pode-se visualizar de maneira ampla o que vem ocorrendo nos serviços de saúde mental, no interior do processo da reforma psiquiátrica, bem como retomar o seu histórico e realizar algumas reflexões que fazem crítica às ações dos profissionais comprometidos com os ideais do cuidar em liberdade.

Descritores: Saúde mental; Serviços de saúde mental; Desinstitucionalização.


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Biografia do Autor

  • Ariane da Cruz Guedes, Universidade Federal de Pelotas
    Enfermeira. Mestranda em Enfermagem, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Bolsista CAPES. Pelotas, RS, Brasil. E-mail: ariane.guedes@yahoo.com.br.
  • Luciane Prado Kantorski, Universidade Federal de Pelotas
    Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professora Adjunta, Faculdade de Enfermagem e Obstetrícia, UFPel. Pelotas, RS, Brasil. E-mail: kantorski@uol.com.br.
  • Patrícia Mirapalheta Pereira, Universidade Federal de Pelotas

    Enfermeira. Especialista em Auditoria em Saúde. Enfermeira Assistencial em Unidade Cirúrgica HE/FAU/UFPel e em UCTI - Santa Casa de Misericórdia Pelotas, RS, Brasil. E-mail: patihepp@yahoo.com.br.

  • Bianca Neme Clasen, Universidade Federal de Pelotas

    Enfermeira. Mestranda em Enfermagem, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, UFPel. Enfermeira do CAPS, Prefeitura Municipal de Pelotas. Pelotas, RS, Brasil. E-mail: biancaneme@hotmail.com.

  • Celmira Lange, Universidade Federal de Pelotas
    Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professora Adjunta, Faculdade de Enfermagem e Obstetrícia, UFPel. Pelotas, RS, Brasil. E-mail: celmira_lange@ufpel.edu.
  • Rosani Manfrin Muniz, Universidade Federal de Pelotas
    Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professora Adjunta, Faculdade de Enfermagem e Obstetrícia, UFPel. Pelotas, RS, Brasil. E-mail: romaniz@terra.com.br.

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Publicado

29/09/2010

Edição

Seção

Artigo de Revisão