O Tratamento da Lepra e o saber-poder Médico e Político

Auteurs-es

DOI :

https://doi.org/10.5216/hr.v22i2.36837

Mots-clés :

história, doença, lepra

Résumé

Na segunda metade do século XIX no Brasil, a lepra começou a ser percebida como um importante problema sanitário. Médicos se voltaram para a análise da ação empreendida por diversos profissionais, não médicos, no tratamento e cura da doença. O objetivo desse artigo é observar como podemos perceber, nas diversas experiências empíricas avaliadas pelos médicos da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, a relação entre médicos e ‘charlatães’ quanto ao problema da enfermidade. Avalio a divergência dos interesses de médicos e administradores no que se relaciona a essas mesmas questões. Os relatórios médicos são, portanto, tomados enquanto documentos centrais para a compreensão de como o saber/poder médico intervinha avaliando, questionando e criticando as diversas experiências de assistência e tratamento aos doentes.

 

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Biographie de l'auteur-e

  • Leicy Francisca da SILVA, Universidade Estadual de Goiás
    Pós-doutoranda na Universidade Federal de Goiás, com pesquisa em história da saúde e das doenças; professora na Universidade Estadual de Goiás-Campus Goianésia; Bolsista do Programa de Incentivo à Pesquisa-UEG.

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Publié

2017-12-24

Comment citer

SILVA, L. F. DA. O Tratamento da Lepra e o saber-poder Médico e Político. História Revista, v. 22, n. 2, p. 220–238, 24 déc.2017.