Ni una a menos e o debate sobre feminicídio na América Latina

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5216/hr.v30i2.83643

Palabras clave:

Ni una a Menos; Feminismos latino-americanos; História da Argentina; História Intelectual.

Resumen

Na última década, uma série de campanhas feministas teve um protagonismo surpreendente na América Latina. Um desses movimentos foi o Ni Una Menos, coordenado pelo coletivo argentino do mesmo nome. Através dessas mobilizações, as mulheres argentinas têm se conscientizado mais sobre questões relacionadas a violência de gênero e ao feminicídio. Mas qual é o significado dos milhares de relatos de mulheres sobre as violências sexistas que sofreram no cotidiano? De onde vem a violência histórica contra o feminino? Para responder a essas perguntas, o artigo analisa as contribuições de historiadores como Jorge Myers e Reinhart Koselleck e de intelectuais latino-americanas como Rita Segato, Dora Barrancos e Maria Lugones.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Biografía del autor/a

  • Ana Frias, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil, anacrisfrias@gmail.com

    Doutora em História da América Latina pelo Programa de História Social da Cultura da PUC-Rio

Referencias

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

“A 10 AÑOS del Ni una menos: ‘Desde ese momento las pibas nacen feministas’". Página 12, 30.05.2025.

“AMÉRICA LATINA: um dos piores lugares do mundo para ser mulher”. RFI: Radio France Internacional, 27.06.2018.

BERGAMO, M. “‘Porte de armas acabaria com mimimi do feminicídio’, diz Bolsonaro”, Folha de S. Paulo, 09.03.2017.

“EL GOBIERNO confirmó que busca eliminar el agravante por femicidio del Código Penal”, Página 12, 25.01.2025.

KOSELLECK, R. História de Conceitos. Rio de Janeiro: Contraponto, 2020.

GAGO, V. A Potência Feminista, ou o Desejo de transformar tudo. São Paulo: Elefante, 2020.

GUIMARÃES, G. Ensaio Feminista sobre o Sujeito Universal. Rio de Janeiro: Eduerj, 2022.

LUGONES, M. “Colonialidade e gênero”. IN: Pensamento feminista hoje – perspectivas decoloniais. (ORG.) Heloísa Buarque de Hollanda. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2020.

__________. Rumo a um feminismo decolonial. IN: Pensamento feminista – conceitos fundamentais. (ORG.) Heloísa Buarque de Hollanda. Rio de Janeiro: Bazar do tempo, 2019.

MYERS, J. “Músicas Distantes. Algumas notas sobre a história intelectual hoje: horizontes velhos e novos, perspectivas que se abrem.” IN: SÁ, M. E. Noronha (ORG.) História intelectual latino-americana: itinerários, debates e perspectivas. Rio de Janeiro: Editora PUC-Rio, 2016.

ROSSI, A. Nunca Seremos Las Mismas: la vida de las mujeres a partir del Ni Una a Menos: testimonios de una transformación. Buenos Aires: Ediciones Lea, 2022.

RUSSELL, D. H.; RADFORD, J. Femicide. The Politics of Woman Killing. Twayne Publishers: New York, 1992.

________. “My years of campaigning for the term femicide”. Dignity: A Journal of Analysis of Exploitation and Violence. Vol. 6, Issue 5, Article 6, 2021.

SEGATO, R. L. La Guerra Contra las Mujeres. Madrid: Traficante de Sueños, 2016.

__________. Las estructuras elementales de la Violencia. Colección: Derechos Humanos. Viejos problemas, nuevas miradas. Bernal: Universidad Nacional de Quilmes, 2003.

SOLNIT, R. A Mãe de Todas as Perguntas. Reflexões sobre os novos feminismos. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.

QUIJANO, A. “Dom Quixote e os moinhos de vento na América Latina”. São Paulo: Dossiê América Latina. Estudos Avançados, 2005.

__________. “Qué tal Raza?”. IN: América Latina en Movimiento. Número. 320. 2011.

TOBIA, M. “El Patriarcado Avanza. Solo dos países de Latinoamérica no penalizan el femicidio y Milei quiere que Argentina sea el tercero”. Página 12, 25.01.2025.

UNODC and UN Women. Femicides in 2023: Global Estimates of Intimate Partner/Family Member Femicides (United Nations publication, 2024).

#NIUNAAMENOS. Vivxs nos queremos. Edición Milena Casarola: Buenos Aires, 2017.

Publicado

2026-06-03 — Actualizado el 2026-06-03

Versiones

Cómo citar

FRIAS, A. Ni una a menos e o debate sobre feminicídio na América Latina. História Revista, v. 30, n. 2, p. 253–271, 3 jun.2026.