A Epistemologia da passabilidade

dez notas analíticas sobre experiências de (in)visibilidade trans

Auteurs-es

  • Tiago Duque Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil, duque_hua@yahoo.com.br https://orcid.org/0000-0003-1831-0915

DOI :

https://doi.org/10.5216/hr.v25i3.66509

Résumé

Este artigo apresenta dez notas analíticas sobre a experiência de passabilidade trans, isto é, de pessoas que são assignadas como sendo de um sexo quando nascem e, em diferentes momentos de suas vidas, intencionalmente ou não, passam por alguém de outro sexo. Essas experiências são analisadas aqui a partir da compreensão de que elas caracterizam um regime histórico de (in)visibilidade (reconhecimento). O referencial teórico envolve teorias e estudos feministas, pós-coloniais, transfeministas, queer, decoloniais, entre outros. A discussão aponta para um regime de (in)visibilidade fundamentalmente do sexo, além de sugerir que a passabilidade envolve pessoas trans e não trans. Conclui-se que se trata de experiências interseccionais de gênero, sexualidade, raça/cor, classe e outros marcadores sociais.

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Biographie de l'auteur-e

  • Tiago Duque, Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil, duque_hua@yahoo.com.br

    Doutor em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (UNICMAP). Professor na Faculdade de Ciências Humanas (FACH) da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Educação do Campus Pantanal (PPGE-CPAN). Pesquisador do Impróprias - Grupo de Pesquisa em Gênero, Sexualidade e Diferenças (UFMS/CNPq).nstituição.

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Publié

2020-12-28

Comment citer

DUQUE, T. A Epistemologia da passabilidade: dez notas analíticas sobre experiências de (in)visibilidade trans. História Revista, v. 25, n. 3, p. 32 – 50, 28 déc.2020.