NARRATIVAS E CULTURAS DE FRONTEIRA NA AMÉRICA DO SUL

Autores

  • José Adilçon Campigoto Professor do Departamento de História da Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná

DOI:

https://doi.org/10.5216/hr.v13i2.6643

Resumo

O presente texto busca refletir a questão do aspecto cosmopolita das narrativas de transeuntes da fronteira entre o Brasil e o Paraguai, ressaltando que a afirmativa “aqui e lá são a mesma coisa”, presente em muitos dos depoimentos desses moradores, significa que esta região entre os dois países representa o espaço sem restrições para um grupo de transeuntes. Trata-se da linguagem do povo que transita e se vincula às tradições anteriores ao Estado Moderno. Nesse sentido, a recorrência aos pensadores do primeiro mundo para compreender os fenômenos mais cotidianos se evidencia como uma tradição acadêmica e nada mais. Mais interessante seria estabelecer ligações com as histórias dos antigos habitantes da região, uma vez que as falas estão permeadas por palavras e narrativas ancestrais.

 

PALAVRAS-CHAVE: fronteira, hermenêutica, narrativa

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Biografia do Autor

  • José Adilçon Campigoto, Professor do Departamento de História da Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná

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Publicado

2009-07-09

Edição

Seção

Dossiê

Como Citar

CAMPIGOTO, J. A. NARRATIVAS E CULTURAS DE FRONTEIRA NA AMÉRICA DO SUL. História Revista, v. 13, n. 2, 9 jul.2009.