Hermenêutica Constitucional, Intersubjetividade e Direitos Humanos

Autores/as

  • Adahilton Dourado Júnior
  • Melissa Andrea Lins Peliz

DOI:

https://doi.org/10.5216/lahrs.v5.86313

Palabras clave:

Dignidade, Distinção, Pertencimento, Direitos Humanos

Resumen

O artigo, em diálogo com Michel Rosenfeld, Jürgen Habermas, Hannah Arendt, Giorgio Agamben e Miroslav Milovic, tem por objetivo, com base na subjetividade dos modernos, discutir por que ainda não somos capazes de garantir direitos humanos a todos os sujeitos constitucionais. Partindo de uma crítica à centralidade da subjetividade moderna e às limitações da racionalidade jurídico-política contemporânea, analisa-se a dificuldade de inclusão efetiva das diferenças no interior das democracias constitucionais. O trabalho problematiza os limites da hermenêutica constitucional, da racionalidade comunicativa e das estruturas institucionais modernas diante da persistência de sujeitos politicamente excluídos ou reduzidos à condição de vida nua. Sustenta-se, ao final, que a efetivação dos direitos humanos depende não apenas do Direito, mas sobretudo de uma radicalização democrática da Política, capaz de reconhecer a dignidade política e o pertencimento de todos os sujeitos à comunidade.

Biografía del autor/a

  • Adahilton Dourado Júnior

    Advogado da União. Doutor em Direito pela UnB, mestre em Filosofia pela UnB e bacharel em Direito pela PUC-GO. ORCID: 0009000703834624. Email: adahilton.dourado@gmail.com.

  • Melissa Andrea Lins Peliz

    Procuradora do Estado de Goiás. Doutora em Direito pela UnB, mestra em Metafísica pela UnB e bacharela em Direito pela PUC-GO. ORCID: 0000-0002-7281-9547. Email: melpeliz@yahoo.com.br.

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Publicado

2025-12-31

Número

Sección

Institutional Dimensions of Human Rights

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