Hermenêutica Constitucional, Intersubjetividade e Direitos Humanos
DOI:
https://doi.org/10.5216/lahrs.v5.86313Parole chiave:
Dignidade, Distinção, Pertencimento, Direitos HumanosAbstract
O artigo, em diálogo com Michel Rosenfeld, Jürgen Habermas, Hannah Arendt, Giorgio Agamben e Miroslav Milovic, tem por objetivo, com base na subjetividade dos modernos, discutir por que ainda não somos capazes de garantir direitos humanos a todos os sujeitos constitucionais. Partindo de uma crítica à centralidade da subjetividade moderna e às limitações da racionalidade jurídico-política contemporânea, analisa-se a dificuldade de inclusão efetiva das diferenças no interior das democracias constitucionais. O trabalho problematiza os limites da hermenêutica constitucional, da racionalidade comunicativa e das estruturas institucionais modernas diante da persistência de sujeitos politicamente excluídos ou reduzidos à condição de vida nua. Sustenta-se, ao final, que a efetivação dos direitos humanos depende não apenas do Direito, mas sobretudo de uma radicalização democrática da Política, capaz de reconhecer a dignidade política e o pertencimento de todos os sujeitos à comunidade.
Dowloads
Pubblicato
Fascicolo
Sezione
Licenza
Copyright (c) 2026 Latin American Journal of Human Rights

Questo volume è pubblicato con la licenza Creative Commons Attribuzione 4.0 Internazionale.
CC BY (Attribution 4.0 International): This license allows reusers to distribute, adapt, and build upon the material in any medium or format, so long as attribution is given to the creator. The license allows for commercial use. See the full license.