A SERTANEJA DE BRASÍLIO ITIBERÊ: NACIONAL OU ESTRANGEIRA, AMADORÍSTICA OU SOFISTICADA?
DOI:
https://doi.org/10.5216/mh.v9i2.11344Resumen
Aspectos históricos e analíticos sobre A Sertaneja, obra para piano solo do compositor paranaense Brasílio Itiberê. Convivem nesta obra, publicada em 1869, uma das primeiras citações do folclore brasileiro na música erudita (extraídas de Balaio, meu bem, balaio), juntamente com a concepção sonora e o virtuosismo instrumental europeu remanescente dos compositores-pianistas românticos, epitomizados por Franz Liszt e Frédéric Chopin. Revela-se, neste artigo, um estilo composicional mais sofisticado, estruturado e unificado do que aquele geralmente atribuído pelos musicólogos a Brasílio Itiberê, ainda lembrado como um compositor amador de música ligeira.Palavras Chave: Brasílio Itiberê; A Sertaneja; Análise musical; Nacionalismo musical; Pianismo de Liszt; Pianismo de Chopin; Piano romântico.
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Publicado
2010-09-06
Número
Sección
Artigos
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E MARIO LUIZ MAROCHI JUNIOR, F. B. A SERTANEJA DE BRASÍLIO ITIBERÊ: NACIONAL OU ESTRANGEIRA, AMADORÍSTICA OU SOFISTICADA? Música Hodie, v. 9, n. 2, 6 sep.2010.







