Alterações fisiológicas e enzimáticas em sementes de soja submetidas a atraso de colheita

Autores

  • Alan Mario Zuffo Universidade Federal de Lavras image/svg+xml
  • Joacir Mario Zuffo Júnior Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT, 78690-000 – Nova Xavantina, MT, Brasil.
  • Everson Reis Carvalho Universidade Federal de Uberlândia – UFU, Instituto de Ciências Agrárias – ICIAG, 38500-000 - Monte Carmelo, MG Brasil.
  • Fábio Steiner Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul – UEMS, 79540-000 – Cassilândia, MS, Brasil.
  • Everton Vinicius Zambiazzi Universidade Federal de Lavras – UFLA, 37200-000 – Lavras, MG, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.5216/pat.v47i4.49811

Palavras-chave:

Glycine max (L.) Merrill, deterioração de sementes, período de colheita.

Resumo

O atraso da colheita pode afetar a qualidade fisiológica das sementes de soja, devido à ocorrência de condições adversas no campo. Objetivou-se avaliar as alterações fisiológicas e enzimáticas em sementes de soja submetidas a atraso de colheita. Utilizou-se delineamento em blocos casualizados, com oito épocas de colheita de sementes da cultivar BRS 820 RR® (0; 5; 10; 15; 20; 25; 30; e 35 dias após o estádio fenológico R8 - maturação plena), com quatro repetições. Em cada período de colheita, foram mensurados o grau de umidade, peso de mil sementes, germinação, emergência, índice de velocidade de emergência, envelhecimento acelerado, vigor e viabilidade (teste de tetrazólio), condutividade elétrica, expressão enzimática e produtividade. A produtividade e a massa de mil sementes de soja não são afetadas pelo atraso de colheita até 35 dias após R8. O atraso de colheita, a partir do estádio R8, promove aumento nos danos provocados por percevejos e pela umidade. O retardamento da colheita de sementes a partir de 10 dias após R8 prejudica o vigor das sementes e, a partir de 15 dias, a germinação. Sementes colhidas com retardamento de colheita após R8 apresentam menores expressões dos sistemas isoenzimáticos malato desidrogenase, álcool desidrogenase, esterase, isocitrato liase e superóxido dismutase, principalmente após 15 dias de atraso de colheita.

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Biografia do Autor

  • Alan Mario Zuffo, Universidade Federal de Lavras
    Engenheiro Agrônomo, graduado em Agronomia (2010) pela Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT) . Mestre (2013) em Agronomia - Fitotecnia (Produção Vegetal) pela Universidade Federal do Piauí (UFPI). Atualmente é Doutorando no programa de Pós-Graduação em Fitotecnia na Universidade Federal de Lavras (UFLA).

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Publicado

02-02-2018

Edição

Seção

Artigo Científico

Como Citar

ZUFFO, A. M. et al. Alterações fisiológicas e enzimáticas em sementes de soja submetidas a atraso de colheita. Pesquisa Agropecuária Tropical, v. 47, n. 4, p. 488–496, 2 fev.2018.