Modelos agrometeorológicos para estimar o rendimento de mandioca doce

Autores

  • Victor Brunini Moreto Universidade Estadual Paulista (Unesp), Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Departamento de Ciências Exatas, São Paulo, São Paulo, Brasil, moreto@hotmail.com
  • Lucas Eduardo de Oliveira Aparecido Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul, Naviraí, Mato Grosso do Sul, Brasil, lucasedap.bol@hotmail.com https://orcid.org/0000-0002-4561-6760 (não autenticado)
  • Glauco de Souza Rolim Universidade Estadual Paulista (Unesp), Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Departamento de Ciências Exatas, São Paulo, São Paulo, Brasil, rolim@hotmail.com https://orcid.org/0000-0003-4683-3203 (não autenticado)
  • José Reinaldo da Silva Cabral de Moraes Universidade Estadual Paulista (Unesp), Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Departamento de Ciências Exatas, São Paulo, São Paulo, Brasil, moraes@hotmail.com https://orcid.org/0000-0002-8567-4893 (não autenticado)

DOI:

https://doi.org/10.5216/pat.v48i1.50451

Palavras-chave:

Manihot esculenta, Modelagem de culturas, Climatologia

Resumo

O Brasil é o quarto maior produtor mundial de mandioca, tendo as condições climáticas como principais fatores na regulação de sua produção. Objetivou-se desenvolver modelos agrometeorológicos para estimar a produtividade de mandioca doce para o estado de São Paulo, bem como identificar quais variáveis climáticas exercem maior influência sobre a produtividade. Os modelos foram construídos com regressão linear múltipla e classificados pelos seguintes índices estatísticos: menor erro percentual absoluto médio, maior coeficiente de determinação ajustado e significância (p-valor < 0.05). Identificou-se que a temperatura média do ar tem grande influência no rendimento da mandioca durante todo o ciclo, para todas as regiões do estado. O déficit hídrico e o armazenamento de água no solo foram as variáveis mais influentes nos estágios inicial e final. A precisão dos modelos variou em 3,11 %, 6,40 %, 6,77 % e 7,15 %, respectivamente para Registro, Mogi Mirim, Assis e Jaboticabal.

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Biografia do Autor

  • Victor Brunini Moreto, Universidade Estadual Paulista (Unesp), Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Departamento de Ciências Exatas, São Paulo, São Paulo, Brasil, moreto@hotmail.com
  • Lucas Eduardo de Oliveira Aparecido, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul, Naviraí, Mato Grosso do Sul, Brasil, lucasedap.bol@hotmail.com
  • Glauco de Souza Rolim, Universidade Estadual Paulista (Unesp), Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Departamento de Ciências Exatas, São Paulo, São Paulo, Brasil, rolim@hotmail.com
  • José Reinaldo da Silva Cabral de Moraes, Universidade Estadual Paulista (Unesp), Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Departamento de Ciências Exatas, São Paulo, São Paulo, Brasil, moraes@hotmail.com

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Publicado

13-04-2018

Edição

Seção

Artigo Científico

Como Citar

BRUNINI MORETO, V. et al. Modelos agrometeorológicos para estimar o rendimento de mandioca doce. Pesquisa Agropecuária Tropical, v. 48, n. 1, p. 43–51, 13 abr.2018.