Crescimento inicial de Moringa oleifera Lam. em função de doses e granulometrias de cama de frango

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5216/pat.v48i4.52447

Palavras-chave:

Adubação orgânica, Produção de mudas, Índice de qualidade de Dickson

Resumo

O uso do esterco avícola na produção de mudas é crescente. Porém, estudos com o efeito de diferentes granulometrias de esterco sobre o crescimento de plantas ainda são escassos. Objetivou-se avaliar o crescimento de Moringa oleifera Lam. adubada com doses de cama de frango (0 g dm-3; 40 g dm-3; 80 g dm-3; e 120 g dm-3) com diferentes granulometrias (1 mm e 4 mm), com quatro repetições. Avaliaram-se a altura de planta; diâmetro da raiz e do caule; massa da matéria seca da folha, do caule, da parte aérea e da raiz; relação massa da matéria seca da parte aérea/raiz; e o índice de qualidade de Dickson. A granulometria não influenciou nas variáveis estudadas, exceto para altura de planta. O diâmetro da raiz diminuiu com o aumento nas doses de cama de frango. O acúmulo de massa da matéria seca da parte aérea e da raiz sofreram incremento com o aumento das doses de cama de frango até 120 g dm-3. Verificou-se aumento linear do índice de qualidade de Dickson, em função dos dias e doses de cama de frango. Recomenda-se a dose de 80 g dm-3 de cama de frango para a adubação de plantas de M. oleifera, independentemente da granulometria utilizada.

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Publicado

26-11-2018

Edição

Seção

Artigo Científico

Como Citar

MARTO DE SOUZA, F. et al. Crescimento inicial de Moringa oleifera Lam. em função de doses e granulometrias de cama de frango. Pesquisa Agropecuária Tropical, v. 48, n. 4, p. 399–406, 26 nov.2018.