CULTIVARES DE MILHO E DE GRAMÍNEAS FORRAGEIRAS SOB MONOCULTIVO E CONSORCIAÇÃO

Autores

  • Adriano Jakelaitis Instituto Federal Goiano - Campus de Urutaí
  • Thales Augusto Duarte Daniel Universidade Federal de Mato Grosso image/svg+xml
  • Emerson Alexandrino
  • Lindomar Pereira Simões Universidade Federal de Rondônia image/svg+xml
  • Kennedy Vidal Souza UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA, UNIR
  • Josia Ludtke Universidade Federal de Rondônia image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.5216/pat.v40i4.5924

Palavras-chave:

Zea mays, Brachiaria brizantha, Panicum maximum, integração agricultura-pecuária, pastagem

Resumo

A pesquisa teve como objetivo avaliar o desempenho de cultivares de milho e de espécies forrageiras (Brachiaria brizantha e Panicum maximum), em cultivos solteiro e consorciado. O delineamento experimental foi de blocos completos casualizados, em esquema fatorial 3x4 + 7, com quatro repetições. O primeiro fator foi constituído por três cultivares de milho (variedade AL Bandeirantes, híbrido duplo AG 2040 e híbrido triplo Pioneer 30F87) e o segundo por quatro cultivares forrageiras (Marandu e Xaraés, de B. brizantha, e Tanzânia e Mombaça, de P. maximum). Os sete tratamentos adicionais corresponderam aos respectivos monocultivos das cultivares testadas. A semeadura do milho foi realizada no espaçamento de 1,0 m entre fileiras e as forrageiras foram semeadas a lanço, em semeadura simultânea ao milho. Observou-se que o híbrido Pioneer 30F87 foi o mais produtivo, tanto em consórcio quanto sob monocultivo. O milho interferiu nos ganhos de massa seca das forrageiras, quando comparadas aos cultivos solteiros. Entre as forrageiras estabelecidas sob consórcio, as cultivares de P. maximum foram as mais produtivas, enquanto a cultivar Mombaça destacou-se com a maior massa seca produzida em monocultivo.

PALAVRAS-CHAVE: Zea mays; Brachiaria brizantha; Panicum maximum; integração agricultura-pecuária; pastagem.

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Biografia do Autor

  • Adriano Jakelaitis, Instituto Federal Goiano - Campus de Urutaí
    Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Viçosa (1997) e mestrado (2001), doutorado (2004) e pós-doutorado (2005) em Fitotecnia pela Universidade Federal de Viçosa. Atualmente é professor do Instituto Federal Goiano, Campus de Urutaí. Tem experiência na área de Ciência de Plantas Daninhas, atuando principalmente nas seguintes linhas de pesquisa: interação herbicida-ambiente, interferência entre plantas daninhas e cultivadas, manejo integrado de plantas daninhas, grandes culturas, plantio direto e integração agricultura pecuária. Prof. Dr. do Instituto Federal Goiano, Campus de Urutaí, Rodovia Geraldo Silva Nascimento Km 2,5;  CEP 75790-000; Urutaí, GO, Brasil. Fone: (64)-3465-1900, email: adriano.jakelaitis@pq.cnpq.br
  • Thales Augusto Duarte Daniel, Universidade Federal de Mato Grosso
    Mestrando em Agricultura Tropical, Universidade Federal de Mato Grosso-UFMT, Av. Fernando Correa da Costa, s/n, Coxipó, Cep: 78060-900 - Cuiabá, MT – Fone (65)-3615-8000
  • Lindomar Pereira Simões, Universidade Federal de Rondônia
    Graduando em Agronomia da Universidade Federal de Rondônia, UNIR, Departamento de Agronomia, Av. Norte Sul, 7300, Bairro Nova Morada, Cep: 78987-000, Rolim de Moura, RO, Fone: (69)3442-1119
  • Kennedy Vidal Souza, UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA, UNIR
    Graduando em Agronomia da Universidade Federal de Rondônia, UNIR, Departamento de Agronomia, Av. Norte Sul, 7300, Bairro Nova Morada, Cep: 78987-000, Rolim de Moura, RO, Fone: (69)3442-1119
  • Josia Ludtke, Universidade Federal de Rondônia

    Graduando em Agronomia, Departamento de Agronomia, Av. Norte Sul, 7300, Bairro Nova Morada, Cep: 78987-000, Rolim de Moura, RO, Fone: (69)3442-1119

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Publicado

27-10-2010

Edição

Seção

Genética e Melhoramento de Plantas

Como Citar

JAKELAITIS, A. et al. CULTIVARES DE MILHO E DE GRAMÍNEAS FORRAGEIRAS SOB MONOCULTIVO E CONSORCIAÇÃO. Pesquisa Agropecuária Tropical, v. 40, n. 4, p. 380–387, 27 out.2010.