AVALIAÇÃO DO BEFENTHRIN NO CONTROLE DA MOSCA BRANCA (Bemisia tabaci, Genn. 1889) EM FEIJOEIRO

Autores

  • Antônio Lopes da Silva UFG
  • Valquíria Rocha dos Santos Veloso UFG
  • Ildeu Matias do Nascimento UFG
  • Jaison Pereira de Oliveira UFG
  • Demétrio Martinez Palhares UFG

DOI:

https://doi.org/10.5216/pat.v23i1.2623

Resumo

Com o objetivo de avaliar a eficiência do Befenthrin 25 CE, nas dosagens de 2,5 ; 3,75; 5,00 e 6,25g i.a/ha, no controle químico da mosca branca (Bemisia tabaci Genn., 1889) em feijoeiro, foi conduzido um experimento no Campo Experimental da Escola de Agronomia da Universidade Federal de Goiás - Goiânia, safra 91/92, utilizando como produto padrão o Metamidophós 600 BR nas dosagens de 420 e 600g i.a/ha. As pulverizações foram realizadas nos 7°, 14°, 21° e 28° dias após a emergência das plântulas, utilizando-se um pulverizador costal a CO2 com bico D3 gastando-se 250 litros de calda por ha. Dois dias após a última pulverização foi realizada a avaliação de eficiência, contando-se o número de ninfas vivas em 10 folíolos/parcela e, 10 dias após, fez-se a contagem do número de plantas com sintomas de “mosaico dourado” por parcela. Pelos resultados obtidos, conclui-se que o Befenthrin nas dosagens de 5,0 e 6,25g i.a./ha controlou eficientemente a praga, igualando-se ao metamidophós na dosagem de 600g i.a/ha, com a vantagem de menor toxicidade para mamíferos e também sob o ponto de vista ecológico, pois a dose utilizada i.a, é 100 vezes menor.

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Publicado

05-12-2007

Edição

Seção

Artigo Científico

Como Citar

SILVA, A. L. DA et al. AVALIAÇÃO DO BEFENTHRIN NO CONTROLE DA MOSCA BRANCA (Bemisia tabaci, Genn. 1889) EM FEIJOEIRO. Pesquisa Agropecuária Tropical, v. 23, n. 1, p. 1–6, 5 dez.2007.