A orquídea ornamental Bletia catenulata é autocompatível, mas dependente de polinizador para reprodução

Autores

  • Vespasiano Borges de Paiva Neto Universidade Federal de Mato Grosso do Sul image/svg+xml
  • Ana Paula Mezoni Correa Universidade Federal de Mato Grosso do Sul image/svg+xml
  • Fábio de Barros Instituto de Botânica image/svg+xml
  • Daly Roxana Castro Padilha Universidade Federal de Mato Grosso do Sul image/svg+xml
  • Monica Cristina Rezende Zuffo Borges Universidade Federal de Mato Grosso do Sul image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.5216/pat.v45i4.38410

Palavras-chave:

Germinação in vitro, aclimatização, Cerrado.

Resumo

Bletia catenulata é uma orquídea nativa do Brasil, cujas populações têm sofrido coleta predatória. Objetivando conhecer aspectos da biologia reprodutiva e sua relação com a germinação de sementes, diferentes tipos de polinização foram realizados em flores de plantas cultivadas em estufa agrícola. A polinização cruzada e a autopolinização manuais resultaram em altos percentuais de frutificação (76,7-86,7 %), sendo de apenas 26,7 % na polinização natural, na qual a ausência de polinizadores, por isolamento das flores, resultou na ausência de frutos. A germinação in vitro de sementes de todos os frutos resultantes das diferentes polinizações foi baixa, sendo 8,6 % o maior valor percentual de protocormos obtidos. Portanto, B. catenulata é autocompatível, gerando sementes viáveis, mas dependente de polinizador para reprodução sexuada.

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Biografia do Autor

  • Vespasiano Borges de Paiva Neto, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
    Engenheiro Agronomo, Mestrado (UFLA) e Doutorado (UFV) em Fisiologia Vegetal. Professor Adjunto II do Departamento de Agronomia da UFMS. Área de Pesquisa: Micropropagação de Plantas  e  Anatomia Vegetal

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Publicado

28-01-2016

Edição

Seção

Artigo Científico

Como Citar

PAIVA NETO, V. B. DE et al. A orquídea ornamental Bletia catenulata é autocompatível, mas dependente de polinizador para reprodução. Pesquisa Agropecuária Tropical, v. 45, n. 4, p. 473–479, 28 jan.2016.