Atividade rizosférica de espécies fitorremediadoras em solo contaminado com picloram

Autores

  • Wendel Magno de Souza
  • Fernanda Aparecida Rodrigues Guimarães
  • Matheus de Freitas Souza
  • Daniel Valadão Silva
  • Christiane Augusta Diniz Melo

DOI:

https://doi.org/10.5216/pat.v47i2.43289

Palavras-chave:

Fitorremediação, herbicida, rizosfera, respirometria.

Resumo

Algumas espécies de planta têm a capacidade de estimular a atividade da microbiota na rizosfera e, com isso, aumentar a degradação de herbicida no solo. Objetivou-se avaliar a atividade microbiana de solos contaminados com picloram e pré-cultivados com espécies fitorremediadoras. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, com três repetições. Os tratamentos foram organizados em esquema fatorial 5 x 2, sendo o primeiro fator constituído por tipos de cultivo (solo sem cultivo autoclavado e não autoclavado e solo da rizosfera de Urochloa brizantha, Panicum maximum e Zea mays) e o segundo consistindo da ausência ou presença (240 g ha-1) de picloram. Estimaram-se o C-CO2 evoluído, o carbono da biomassa microbiana e o quociente metabólico. O herbicida alterou o C-CO2 evoluído, mas não alterou o carbono da biomassa microbiana e o quociente metabólico nos solos rizosféricos das espécies. O cultivo de Zea mays aumentou a atividade da rizosfera. As três espécies de planta afetam a atividade microbiana do solo, no entanto, o cultivo de Panicum maximum e Urochloa brizantha causam menor perturbação na população microbiana, em comparação a Zea mays. A aplicação de picloran não afeta a qualidade biológica dos solos estudados.

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Publicado

19-04-2017

Edição

Seção

Artigo Científico

Como Citar

SOUZA, W. M. DE et al. Atividade rizosférica de espécies fitorremediadoras em solo contaminado com picloram. Pesquisa Agropecuária Tropical, v. 47, n. 2, p. 127–133, 19 abr.2017.