FAZEDORES-DE-VERDADE, A TESE DA DISJUNÇÃO E O PRINCÍPIO DO TERCEIRO EXCLUÍDO

Autores

  • Abilio Azambuja Rodrigues Filho Universidade Federal de Minas Gerais image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.5216/phi.v12i2.4889

Palavras-chave:

fazedores-de-verdade, verdade, lógica intuicionista

Resumo

O objetivo deste artigo é apresentar e analisar o chamado monismo de fazedores-de-verdade, um resultado segundo o qual qualquer fazedor-de-verdade faz verdadeira qualquer proposição verdadeira. Esse resultado, que trivializa a noção de fazedores-de-verdade, depende da caracterização da relação de fazer-verdadeiro em termos de implicação estrita combinada com o princípio do terceiro excluído e a tese da disjunção. Eu irei restringir a discussão a uma teoria de fazedores-de-verdade de verdades empíricas e argumentar que o problema não está na utilização de implicação restrita nem no princípio do terceiro excluído, mas sim na tese da disjunção, que deve ser rejeitada.

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Biografia do Autor

  • Abilio Azambuja Rodrigues Filho, Universidade Federal de Minas Gerais
    Abílio Rodrigues Filho é Doutor em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2007). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal de Minas Gerais. Suas principais áreas de atuação são filosofia da linguagem, lógica e filosofia da lógica.

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Publicado

15-05-2009