Políticas linguísticas e a língua de sinais brasileira

Authors

  • Josmar Gonçalves Júnior Universidade Federal de Goiás (UFG). Goiânia, Goiás, Brasil
  • Yasmin Galvani Tonete Dórea Universidade Federal de Goiás (UFG). Goiânia, Goiás, Brasil
  • Marcos Kluber Kogut Universidade Federal de Goiás (UFG). Goiânia, Goiás, Brasil
  • Luiz Cláudio da Silva Souza Universidade Federal de Goiás (UFG). Goiânia, Goiás, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.5216/rs.v3i1.51571

Keywords:

Plurilinguismo. Libras. Políticas linguísticas.

Abstract

Este estudo tem como objetivo apresentar algumas reflexões sobre as políticas lingüísticas e a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Também aborda o plurilinguismo, na tentativa de identificar a relação entre línguas e poder. O que justifica tal empreitada é a percepção da necessidade de criação de políticas linguísticas que promovam a difusão da Libras, para que mais pessoas possam conhecê-la. A pesquisa foi realizada por meio de entrevistas com alunos surdos, estudantes do curso de Letras: Libras da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Goiás (UFG), Goiânia. Espera-se que as considerações apresentadas possam contribuir para novas reflexões sobre o plurilinguismo, que é um fato em vários países, dentre os quais o Brasil.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biographies

  • Josmar Gonçalves Júnior, Universidade Federal de Goiás (UFG). Goiânia, Goiás, Brasil
    Professor de Libras formado pela Universidade Federal de Goiás.
  • Yasmin Galvani Tonete Dórea, Universidade Federal de Goiás (UFG). Goiânia, Goiás, Brasil
    Professora de Libras
  • Marcos Kluber Kogut, Universidade Federal de Goiás (UFG). Goiânia, Goiás, Brasil
    Professor do departamento de Letras e Linguistica da Universidade Federal de Goiás.

References

ACOSTA, J. D.. “Políticas Linguísticas: do Plurilinguismo ao Monolinguismo - Existe democracia linguística?”. Junipampa: Jornal Universitário do Pampa. Bagé: UNIPAMPA, 2012. Disponível em: http://www.junipampa.net/2012/11/politicas-linguisticas-do.html . Acesso em: 22 abr. 2018.

ALMEIDA, Rita Heloísa. O diretório dos índios; um projeto de civilização no Brasil do século XVIII. Brasília: UnB, 1997.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. São Paulo: Edições Loyola, 2005.

BOBBIO, Norberto. Teoria Geral da Política: a filosofia política e as lições dos clássicos. Tradução de Daniela BeccacciaVersiani. Rio de Janeiro: Campus, Elsevier, 2000.

BRASIL. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências. Brasília, DF, 25 abr. 2002. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/L10436.htm. Acesso em: 10 abr. 2018.

________. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras. Brasília, DF, dez. 2005. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato20042006/2005/decreto /d5626.htm Acesso em: 10 abr. 2018.

________. Decreto Nº 7.387, de 9 de dezembro de 2010. Institui o Inventário Nacional da Diversidade Linguística e dá outras providências. Brasília, 2010. Disponível em: http://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/2010/decreto-7387-9-dezembro-2010-609640-publicacaooriginal-130955-pe.html Acesso em: 10 mai 2018.

MEDEIROS, A.. A Língua Portuguesa. DCA-UFRN, 2006. Disponível em: http://www.linguaportuguesa.ufrn.br/pt_3.4.d.php Acesso em 16 abr. 2018.

MENEZES, L. J.. “Plurilinguismo, Multilinguismo e Bilinguismo: Reflexões sobre a Realidade Linguística Moçambicana”. Revista PERcursos Linguísticos. V.3, N. 7 Vitória: UFES, 2013. Disponível em: http://periodicos.ufes.br/percursos/article/view/4589/4578. Acesso em: 15 abr. 2018.

GONÇALVES, P., Lusofonia em Moçambique: com ou sem glotofagia?.II Congresso Internacional de Linguística Histórica, São Paulo, 2012.Disponível em: http://www.catedraportugues.uem.mz/lib/docs/lusofonia_em_mocambique.pdf .Acesso em: 15 abr. 2018.

MOÇAMBIQUE, Instituto Nacional de Estatística. 2007. Disponível em: http://www.ine.gov.mz/. Acesso em 15 abr. 2018.

QUADROS, R. M.; CAMPELLO, A. R. S.. “Constituição política, social e cultural da Língua Brasileira de Sinais”. In: VIEIRA-MACHADO, L. M.; LOPES, M. C.. (Org.). Educação de Surdos: Políticas, Língua de Sinais, Comunidade e Cultura Surda. Santa Cruz: EDUNISC, 2010, p. 15-47.

Published

2018-07-06

How to Cite

JÚNIOR, J. G. et al. Políticas linguísticas e a língua de sinais brasileira. Revista Sinalizar, v. 3, n. 1, p. 57–67, 6 Jul.2018.