Turismo e promoção da saúde
das leis e documentos ao território
DOI:
https://doi.org/10.5216/teri.v15i2.82595Palabras clave:
Promoção da saúde, Turismo, Território, Saúde do Trabalhador, IntersetorialidadeResumen
A busca pela dignidade se espraia nas ações e formulações de movimentos sociais e outras formas orgnizativas, que pouco a pouco passam a empunhar a bandeira por esta luta, equivalendo-a à luta por saúde. No caso brasileiro, tal relação se ancora na Constituição Federal de 1988 e nas leis orgânicas do Sistema Único de Saúde, bem como documentos sobre promoção e vigilância em saúde. Soma-se ao cenário descrito as sobreterminações derivadas do fenômeno turístico. De um lado há um afã na comemoração dos resultados econômicos gerados pelo conjunto das atividades que caracterizam o turismo, sem grandes mediações e atenção às contradições. Por outro, a crescente participação do fenômeno na precarização do trabalho, no aprofundamento do trabalho informal, nas dinâmicas de privatização de espaços públicos, de poluição, de violência contra à diversidade existencial, de segregação e gentrificação. Não obstante, a crescente visibilidade que cerca o turismo, inclusive derivando em maiores orçamentos para o planejamento e execução de ações relacionadas, propicia que aproximações intersetoriais sejam oportunas. Sendo o campo da saúde, nos marcos dos instrumentos mencionados, constituído pelo princípio da intersetorialidade, busca-se uma aproximação entre tais marcos e as atividades características do turismo (ACT’s). Metodologicamente, partiu-se dos princípios constitucionais e de leis e documentos selecionados que se ancoram nestes princípios para construir uma abordagem do turismo como dispositivo de promoção da saúde.
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Referencias
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