Aprendizagem da extensão da probóscide em zangões africanizados (Apis mellifera L.) confinados

Autores

  • Italo Souza Aquino Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Bananeiras, Paraíba, Brasil
  • Maurizete Cruz Silva Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), Belém, Pará, Brasil
  • Alex da Silva Barbosa Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Bananeiras, Paraíba, Brasil
  • Charles Ira Abramson Oklahoma State University, Stillwater, OK, EUA

DOI:

https://doi.org/10.1590/1089-6891v16i122587

Palavras-chave:

Condicionamento clássico, Abelhas, Odores

Resumo

Estudos sobre a aprendizagem olfativa em abelhas (Apis mellifera L.) são predominantes nas operárias. Neste estudo, utilizou-se o condicionamento clássico da extensão da probóscide (PER) para avaliar o efeito de 5 odores como estímulos condicionantes (EC). Foram utilizados dez grupos de 20 zangões (A. mellifera L.) cada. Os estímulos condicionantes foram Citral, Hexanal, Geraniol, cera de abelha em favo e cera de abelha alveolada. Além da aquisição de aprendizagem, mediu-se a persistência do condicionamento quando o estímulo incondicional (EI) não foi mais oferecido (i.e. extinção). O intervalo entre testes, o tempo de apresentação de EC e EI foram10 minutos, 2 segundos e 3 segundos, respectivamente. Os zangões foram capazes de demonstrar condicionamento e armazenamento de informação. Citral, Hexanal e cera de abelha foram os estímulos mais eficientes no condicionamento clássico (CC) com zangões.

Palavras-chave: abelhas; condicionamento clássico; odores.

 

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Downloads

Publicado

2015-01-31

Edição

Seção

Produção Animal

Como Citar

AQUINO, I. S. et al. Aprendizagem da extensão da probóscide em zangões africanizados (Apis mellifera L.) confinados. Ciência Animal Brasileira / Brazilian Animal Science, v. 16, n. 1, p. 14–23, 31 jan.2015.